Frieze 2012

Para você, que como eu, não esteve em Londres essa semana e não pode acompanhar o frenesi de leilões e feiras de arte, aqui vai um vídeo da badalada Frieze Art Fair.

Mês que vem é a vez de NY ser o centro das atenções mundiais no mercado de arte.

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Eric Clapton Bate Recorde

Quero dizer, quem bateu o recorde em um leilão foi Gerhard Richter. Foi a obra de arte mais cara de um artista vivo vendida. Mas tudo é levado em conta na hora das vendas de obras prime, e esse quadro ter sido tão badalado por ter sido de Eric Clapton pode ter agregado alguns milhões a ele.

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O preço foi de 34 milhões de dólares ou quase 70 milhões de reais. Bela obra!

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Grande roubo em Rotterdam

Hoje circulam notícias que houve um roubo em um museu de Rotterdam na Holanda e os ladrões levaram obras Picasso, Monet, Gauguin e Matisse que valem milhões de euros.

As obras são (em inglês): Pablo Picasso’s 1971 “Harlequin Head”; Claude Monet’s 1901 “Waterloo Bridge, London” and “Charing Cross Bridge, London”; Henri Matisse’s 1919 “Reading Girl in White and Yellow”; Paul Gauguin’s 1898 “Girl in Front of Open Window”; Meyer de Haan’s “Self-Portrait,” around 1890, and Lucian Freud’s 2002 work “Woman with Eyes Closed.”

Abaixo uma foto com o lugar onde as obras estavam…

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Art Basel Miami 2012

Essa é uma viagem que vale a pena fazer e sem contraindicações: a semana da Art Basel em Miami.

Miami é uma cidade confortável e prática em todos os sentidos: locomoção, hospedagem, língua, clima. Oferece ótimos restaurantes, praia (só se der sorte nessa época) e boas compras. 

Agora agregue tudo isso com a semana mais badalada do mundo das artes. Com a Art Basel como protagonista, mas com várias outras feiras satélites como a NADA, a Art Asia, a Scope, a Art Miami, entre outras. A cidade fica imbatível. Convenhamos que Miami falta cultura. E com a Art Basel a cidade fica PERFEITA!

 

Vou tentar ir lá, mas como o ano está muito corrido, não sei se vai dar. Nem na Bienal de SP ainda consegui ir…

 

Serviço:

Art Basel Miami

6 a 9 de dezembro

Miami Beach Convention Center

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A Arte evoluiu e a Música e o Cinema regrediram. Por quê?

Tive uma epifania. Talvez possa estar falando a maior bobagem do mundo, mas minha impressão é que a música e o cinema regrediram enquanto a artes visuais continuaram sua evolução frenética, iniciada pelos impressionistas.

Vejamos, no século XX, tivemos uma explosão de ritmos: jazz, blues, samba, rock, disco, etc. Mas TODOS foram criados até os anos 70. Depois disso, tirando a música eletrônica, não tivemos nada de novo sobre o sol. E sinceramente, apesar de realmente tentar gostar das bandas de hoje, é muito difícil, já que fazem mais do mesmo…

Complicado gostar de U2, Adele, Amy ou qualquer um desses queridinhos com a qualidade das músicas à nossa disposição até a década de 70. Tá bom, enquanto escrevo dessas linhas lembro de ícones pop dos anos 80 como Michael Jackson e Madonna e até o comecinho dos anos 90 com Nirvana, principalmente. Será que a morte de Kurt Cobain foi a morte da criatividade na música?

Já o cinema, que nasceu no século XX com os irmãos Lumière, evoluiu rapidamente até também os anos 80. Do cinema mudo, ao falado, do preto e branco ao colorido, tivemos literalmente artistas completos e diretores que levaram o cinema a outro patamar. Mas dos anos 90 pra cá, vemos também mais do mesmo. Comédias românticas, filmes de ação, de terror. Chegamos a uma encruzilhada criativa.

Enquanto isso, e nos parágrafos acima posso ter cometido alguns deslizes, nas artes não há dúvida que a evolução é constante e os artistas continuam indo no limite da sua criatividade. Não há como negar que, ao se chegar a uma exposição de arte contemporânea, a chance de encontrar algo nunca antes visto é grande. Damien Hirst com seu tubarão em formol é fantástico e o que dizer de Jeff Koons com seus bichinhos de balões de aço?

E acho que isso é devido a como o público consome esses produtos. Enquanto na música e no cinema os produtores querem fazer produtos no formato que deram certo no passado, já que o público quer ter uma experiência parecida com a que tiveram, na arte os curadores e diretores de museus tem certa liberdade para buscar o novo. E o novo, endossado por grandes instituições como o Moma, Tate, Metropolitan, Centre Pompidou, Reina Sofia, etc, tem grande apelo popular. A exposição de Damien Hirst no Tate é um blockbuster garantindo.

Já tocar uma música meio estranha na rádio pode não dar retorno, da mesma forma colocar um filme mais cult nas salas de cinema de shoppings, fracasso à vista. Os incentivos desses diferentes tipos de artes são diversos e o resultado está aí.

Infelizmente, porque como diz Carlos Vergara, bom artista brasileiro, criar um estado de contemplação com música boa é bem mais fácil que com pintura. O sentido dos ouvidos é bem mais envolvente que o dos olhos.

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O cinematográfico Gregory Crewdson

Estava navegando no interessante site Art.sy e me deparei com trabalhos de Gregory Crewdson. A ideia do site é ser um “Pandora” das artes e, pelo menos comigo deu certo, já que Crewdson me agradou em cheio.

Gregory Crewdson é um artista que faz fotos que parecem saídas de filmes, com luz, dramaticidade e cenários especialmente preparados. Suas fotos são impressas em grande escala, como convém as fotografias contemporâneas.

O artista é nascido em 1962 em Nova Iorque e tem um currículo extenso. Representado pelas famosas galerias White Cube e Gagosian,  tem trabalhos no Guggenhein e em diversos outros museus importantes do mundo.

Seus trabalhos remetem ao famoso pintor americano Edward Hopper que mostrava a vida cotidiana e solitária americana:

Mas também remete ao cineasta Steven Spielberg com seus filmes de ficção e cenas à la E.T.

Crewdson merece realmente ser bem reconhecido. Seu trabalho é muito bom.

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Ryan McGinness: A Arte que vem das Placas Públicas

Ryan McGinness é mais conhecido e valorizado pelo seu trabalho mais recente, um abstracionismo que não diz muito. Não me encanta. Mas que o mercado adora.

 

Esse americano, que teve uma breve passagem como assistente curatorial de Andy Warhol e  tem trabalhos nas coleções do MoMa e Metropolitan de NY,  fez em 2001 uma série de obras baseadas em avisos púbicos ou mesmo desenhos gráficos que são fantásticos. Lembra algo do stencil da Urban Art, leia-se Banksy, e ao mesmo tempo se refere à linguagem publicitária. Olha só:

 

 

Direto e forte. Gosto muito.

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